Conexão interior vale mais que a solidão compartilhada

Vivemos num momento de prisões sociais, aonde muitas vezes é proibido ser quem se é. Muitos, num imenso desespero em não sentir-se só, adaptam-se, ou melhor, anulam-se em prol do pertencimento. Após pertencer a algumas instituições, percebi que necessito de algo a mais para ser completa.

Alguns, tem dificuldades de estabelecer limites sociais, se doam demais, ou, pelo mero fato de não se importarem tanto com as futilidades dos medíocres, não percebem as “gafes” cometidas.

Quando cheguei a esta percepção de vida, percebi que só há uma maneira, a meu ver, de vencer estes obstáculos, que tanto me aborreciam. Ela se chama VIAJAR… Neste ponto, concordo plenamente com Amyr Klink

“Um homem precisa viajar. Por sua conta, não por meio de histórias, imagens, livros ou TV. Precisa viajar por si, com seus olhos e pés, para entender o que é seu. Para um dia plantar as suas próprias árvores e dar-lhes valor. Conhecer o frio para desfrutar o calor. E o oposto. Sentir a distância e o desabrigo para estar bem sob o próprio teto. Um homem precisa viajar para lugares que não conhece para quebrar essa arrogância que nos faz ver o mundo como o imaginamos, e não simplesmente como é ou pode ser. Que nos faz professores e doutores do que não vimos, quando deveríamos ser alunos, e simplesmente ir ver”

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